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Blog sobre Gerenciamento de Projetos
 


Lançamentos PMI 2008

No último trimestre de 2008 o PMI irá lançar versões atualizadas de:

* A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK® Guide)-Fourth Edition
* The Standard for Program Management-Second Edition
* The Standard for Portfolio Management-Second Edition
* Organizational Project Management Maturity Model (OPM3®)-Second Edition



Escrito por Daniele às 02h13
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Lançamentos PMI 2007

Algumas novidades lançadas pelo PMI em 2007

 

Practice Standard for Project Configuration Management – Define processos e ferramentas para ajudar o desenvolvimento de um sistema de gerenciamento de configuração de projetos.

Practice Standard for Scheduling – Um guia para ajudar o gerente de projetos a construir cronogramas efetivos e ajudar a prover processos quantificáveis para determinar a maturidade do cronograma.



Escrito por Daniele às 03h45
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Mais sobre Agile

IND09 – Project Management for Agile Software Projects

Stein Dolan, Technical Program Manager, Microsoft Corp

 

Um bom time ágil é previsível e tem confiança no que é entregue.

O Gerente de projeto deve trabalhar como coach e facilitador do processo.

 

Decidindo quando usar agile:

 

Agile Methods

Plan driven Methods

Baixa criticidade

Alta criticidade

Desenvolvedores seniores

Desenvolvedores juniores

Requisitos mudam frequentemente

Requisitos não mudam frequentemente

Pequeno número de desenvolvedores

Grande número de desenvolvedores

Cultura organizacional que tem sucesso no caos.

Cultura que demanda ordem

 

Melhores práticas de métodos ágeis adotadas em cada área de conhecimento do PMI:

- Integration Management

Integrar mais cedo e com mais freqüência;

Começar com funcionalidade simples (end-to-end);

Emuladores – possibilitar com que os times trabalhem independentemente, testes unitários, cobrir casos de teste positivos e negativos;

 

- Scope Management

Requerer que o dono do negócio participe do processo para validação dos requisitos de negócio;

Ouvir os novos requisitos;

Espere que mudanças ocorram e deixa o time preparado para isso, para que possam se adaptar rapidamente.

Faça entregas curtas e incrementais para permitir rápida reação à mudança.

 

- Time Management

Determine a velocidade do time

Velocidade com o Backlog do projeto pode determinar a data de finalização do projeto e o quanto o projeto está voltado para o objetivo final.

Controle e meça a precisão do time

Use lições aprendidas e dados históricos para melhorar as estimativas

Entregas menores são mais fáceis de estimar.

Foque na complexidade do requisito

Integrações mais rápidas encorajam o rápido aprendizado do time

 

- Cost Management

Verifique como andam os custos do projeto a cada iteração

 

- Quality Management

Integração contínua

Automatização de builds, testes e deploy

Deployment e validação devem acontecer com freqüência e ter custo muito baixo

Se novas funcionalidades quebrarem funcionalidades existentes, o time sabe na hora

Test driven development – casos de testes devem ser escritos e automatizados antes do código funcional

Assegure que os requisitos e critérios de aceitação estão claros e bem definidos.

Meça o percentual de código testado

 

- HR Management

A velocidade do time se baseia no passo mantido durante cada iteração

Retenção e moral da equipe

Faça retrospectivas: refletir e aprender com cada iteração

Encoraje feedbacks críticos e sinceros

Foque no foi bem e no que pode ser melhorado

Reuniões diárias para identificar situações blocantes

Rotacionar o “Scrum Máster Role” entre os membros do time. Não ter somente um líder “oficial”.

 

- Communication Management

Stand ups diários de no máximo 15 minutos

Revise o progresso e identifique os fatores blocantes

Revisões do backlog do projeto com os stakeholders

Prover para os stakeholders informações sobre o andamento do projeto.

 

- Risk Management

Mitigar/Eliminar os riscos o mais cedo possível

Integrar sempre e freqüentemente

Pegue feedback dos stakeholders o mais rápido possível

Escrito por Daniele às 03h19
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continuação...

 

“Management is getting people to do what needs to be done. Leadership is getting people to want to do what needs to be done.” Warren Bennis

 

Liderança é o próximo passo além do gerenciamento.

Liderança acoplada com gerenciamento aumenta a produtividade.

 

Conceito de Geração “Y” nascidos entre 1978 – 2000 (76 milhões nos EUA)

- Exigente e impaciente;

- Não aceitam a autoridade como antes;

- Grande energia e carisma;

- Buscam lealdade e inclusão;

 

Métodos ágeis se enquadram bem e tem grande apelo com geração “Y”.

 

É importante usar uma ferramenta de software para gerenciamento de projetos ágeis, porém muitas vezes essas ferramentas podem mascarar ou limitar interpretações, por isso, muitas equipes ainda usam o quadro de tarefas com seções “to do”, “in progress” e “done” com as atividades listadas.

 

Ferramentas como o MS Visual System Team Studio combinam guia de processos, gerencia de configuração e acompanhamento do tempo tudo no mesmo ambiente integrado.

 

Conclusão:

A liderança é construída em cima do gerenciamento.

Times ágeis devem ser liderados mais do que gerenciados.

Gerenciamento de projeto ágil é saudável e enriquecedor

 

Conversei com um Gerente de Projetos da Siemens, que trabalha em projetos distribuídos pelo mundo, e ele me disse que lá eles usam métodos ágeis somente em projetos com pouca integração e de curta duração. Eles se preocupam bastante com a documentação do projeto e o fluxo de entrada e saída de funcionários.



Escrito por Daniele às 03h15
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IND03 – Developments in Agile Project Management

Mike Griffiths, PMP, Project Management Consultant, Agile Recruiting Ltd.

 

Porque Métodos Ágeis funcionam para projetos de desenvolvimento de software?

- Reconhecem que a validação dos requisitos é melhor se feita mais cedo do que quando o sistema já está evoluindo;

- Métodos ágeis empregam um esquema de requisitos priorizados que encorajam mudanças fazendo a troca com os requisitos originais durante a execução do projeto, entretanto, permitindo a entrega de mudanças tardias se isso traz vantagens competitivas ao negócio.

 

Usar métodos de liderança mais humanísticos, voltado às metas, utilizando a habilidade das pessoas de lidar com a complexidade.

 

Os elementos básicos dos processos de execução e controle ágeis são:

1-     Apresentar uma lista dos requisitos ou funcionalidades que devem ser construídos; os requisitos são priorizados pelos clientes os stakeholders, para representar sua importância estratégica.

2-     Um subconjunto dos requisitos ou funcionalidades priorizados é selecionado para desenvolvimento. A seleção é baseada nas maiores prioridades que restam serem desenvolvidas.

3-     O subconjunto definido no item acima passa então por análise, desenvolvimento, teste e avaliação durante uma iteração com curto e fixo período de tempo. As recomendações variam conforme a metodologia ágil utilizada, mas o mais comum é que seja entre 1 a 4 semanas. Durante esse ciclo, os membros da equipe que selecionam seu trabalho baseado no que é mais valioso e mais prático.

4-     Durante o ciclo de 1 a 4 semanas, são realizadas comunicações diárias e análise de risco, com  pequenas reuniões diárias com a equipe. Essas reuniões visam entender o que foi feito desde a última reunião, no que a equipe está trabalhando no momento e se foi encontrado algum problema ou dificuldade ou impedimento na execução da tarefa. Através dessas reuniões os stakeholders ficam à par do andamento do projeto, os membros da equipe ficam cientes em que os outros membros estão trabalhando no momento. Fazendo um paralelo à apresentação de Alan Parisse citada anteriormente, a equipe fica mais entrosada e “respirando” o projeto.  Dessa forma, os riscos aparecem mais cedo e fica mais fácil para o gerente de projeto se planejar para eliminá-los ou mitigá-los.

5-     Lições aprendidas das fases anteriores para serem usadas no planejamento da próxima iteração.

 

 

A apresentação mostrou que os métodos ágeis têm muito mais haver com Liderança do que com Gerenciamento. Algumas diferenças básicas entre os focos de Liderança e Gerenciamento:

 

Foco do Gerenciamento

Foco da Liderança

Coisas e tarefas

Pessoas

Controle

Autorização (Empowerment)

Eficiência

Eficácia 15- effectiveness

Fazer certo

Fazer a coisa certa

Velocidade

Direção

Práticas

Princípio

Fazer as pessoas fazerem o que precisa ser feito

Fazer as pessoas quererem fazer o que precisa ser feito

Comandar

(push-work)

Comunicar

(pull-work)

 

continua...



Escrito por Daniele às 03h14
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ADV26 – Seven Causes of Project Failure: How to Recognize Them, and How to Initiate Project Recovery

Richard Discenza PhD, PMP, University of Colorado, Colorado Springs

James B. Forman MBA, PMP, Microsoft Corporation

 

Bem feito, um projeto traz uma significante vantagem competitiva.

Mal feito, um projeto pode levar à falência de um negócio.

 

As sete mais comuns falhas nos projetos separadas por categoria são:

- Comunicação:

1-     Foco no detalhe técnico e não no valor do negócio.

2-     Falta de envolvimento do cliente no projeto, do início ao fim, para que os resultados esperados e as mudanças possam ser gerenciados adequadamente.

 

- Processo:

3-     Não ter contabilização clara dos resultados medidos.

4-     Não ter um processo consistente para gerenciar checkpoints ambíguos.

5-     Não ter uma metodologia consistente para planejamento e execução de projetos.

 

Pessoas:

6-     Falta de liderança e pessoal motivado para que os esforços do projeto fiquem na zona de performance durante todo o ciclo de vida.

7-     Não fornecer para o time do projeto ferramentas e técnicas necessárias para realizarem projetos consistentes e de sucesso.

 

 

Técnicas de detecção prévia dos problemas que podem levar ao fracasso do projeto:

- Questões estruturadas: perguntadas durante revisões de status regulares; como parte do dia a dia do líder do projeto no envolvimento das tarefas.

- Questionários ou instrumentos formais de pesquisa.

 

As questões estruturadas podem ser com foco em entender os fatores de sucesso do projeto e buscar as causas raízes de falhas.

 

Exemplo: “O que está funcionando?”, “O que não está funcionando?”, “O que faz isso funcionar?”, “O que faz isso não funcionar?”, “Qual é o objetivo?”, “Quais são os benefícios de se atender este objetivo?”, “Qual benefícios serão sacrificados aqui?”, “O que o projeto pode fazer para chegar perto do objetivo?”, “O que o projeto pode fazer para superar isso e alcançar o objetivo real?”

 

O processo de recuperação do projeto pode ser feito usando ferramentas de avaliação através de levantamento de dados com pesquisas, entrevistas e checklists. Após a coleta de informações estar completa, deve-se agrupar os dados em TOPS (threats, opportunities and problems), revisar os pontos com os stakeholders e tomar a decisão de GO/ NO GO do processo de recuperação.

 

Conclusão:

O processo de Avaliação e Recuperação pode ser o maior desafio de um gerente de projetos dentro de uma empresa.

O gasto com a recuperação pode ser enorme, mas uma vez que um projeto recuperado pode gerar um valor significante para a empresa, o gasto pode valer a pena.

Todos os sete fatores listados são fundamentais para o sucesso de um projeto, e se algum deles falhar e não for corrigido, o desastre do projeto é certamente inevitável.

As pesquisas realizadas pelos autores mostraram que os grandes grupos de fatores de falhas são: fatores pessoais, fatores de processos de projeto e fatores de comunicação do projeto.



Escrito por Daniele às 03h08
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ISS02 – Four Ways Project Schedules are Limited and What you can do about it.

Timothy J. Kloppenborg, PhD, PMP

Castellini Distinguished Professor, Williams College of Business, Xavier University

 

Essa palestra foi bem dinâmica, a platéia foi dividida em grupos e o palestrante distribuiu papel e caneta para cada grupo discutir os problemas que tem em seu dia a dia com o planejamento e controle do cronograma em seus projetos e depois apresentar a todos. A maioria do meu grupo trabalhava com TI e eles têm os mesmos problemas que nós nas estimativas dos prazos, nas cobranças, na falta de dados históricos devido mudanças tecnológicas, etc.

 

A pergunta que todo gerente de projetos ouve é “Quanto tempo o projeto vai levar?” O palestrante fez uma alusão à pergunta que as crianças fazem quando estão viajando de carro: “Quando vamos chegar?”. Da mesma forma que uma série de fatores podem impactar na viagem e na previsão de chegada, como distância a ser percorrida, condições da estrada e de tráfego, paradas para abastecimento e descanso, etc, muitos fatores influenciam quanto tempo o projeto irá durar.

 

Na prática, definir a seqüência lógica das atividades, quanto elas vão durar e com isso determinar o caminho crítico não são o suficiente para determinar com sucesso a duração do projeto. Outros dois fatores, disponibilidade de recurso chave e datas impostas, podem também limitar o cronograma do projeto.

 

Muitos fatores não são visíveis no cronograma e a estimativa das atividades pode não ser algo muito apurado e confiável, pois depende de uma série de fatores culturais e históricos, que muitas vezes não existem, dependendo da complexidade e de quão inovador é o projeto.

 

Como o cronograma do projeto é limitado e como superá-los ?

- Ordem lógica das atividades (Logical Order): o gerente de projetos deve saber quais são todos os predecessores das atividades. Muitas equipes usam a técnica do ‘Post it’ para se organizar antes da montagem do cronograma. É importante identificar todas as atividades, uma vez que qualquer atividade que esteja faltando no cronograma fará com que o projeto leve mais tempo do que o planejado.

 

O que fazer?

1. Planejar as atividades de trás para frente, junto com os recursos determinar para a realização de uma tarefa, o que será necessário ser feito antes. “O que eu preciso fazer para começar a trabalhar nessa tarefa?”

2. Rever quais as atividades são realmente mandatórias e quais são somente desejáveis.

3. Definir dependências alternativas, start-to-start, finish-to-finish, start-to-finish.

4- Usar leads e lags combinadso com as dependências alternativas.

 

- Duração das atividades (Activity Duration): baseado em estimativas, que podem ser baseadas em informações históricas, mas que nem sempre existem ou estão disponíveis para o gerente de projetos. Algumas saídas para melhorar a precisão podem ser o peer review, usar pessoal experiente para estimar ou ter dois recursos estimando a mesma atividade.

 

O que fazer?

Em geral, prover treinamento, feedback, exemplos e templates para quem for estimar as tarefas. Outros métodos são:

 

1. Tentar criar expectativas realistas (nem otimistas e nem pessimistas)

2. Omissões – usar checklists, templates, lições aprendidas.

3. Para incertezas gerais – usar Rolling wave, curva de aprendizado e gerenciamento agressivo de cronograma.

4. Cause variation – fazer gerenciamento de risco, usar PERT, Monte Carlo, buffers de projeto.

5. Merging – usar marcos, feeding buffers e float

6. Queuing – nivelamento de recursos, buffer de recursos

7. Multi-tasking – usar prioritização de projeto e autorização cuidadosa para atividades fora do caminho crítico, para não se tornarem caminho crítico.

8. Síndrome do estudante (procrastinação): float e reuniões de caminho crítico

9. Não reportar finalização antecipada ou retrabalho: cultivar a cultura do projeto, intensificar a comunicação do projeto e prover incentivos em contrato.

 

- Disponibilidade de recursos chave (Key resource availability): freqüentemente o recurso esperado para uma atividade específica do projeto, ou para alocação total no projeto pode estar alocado em outra atividade de igual ou maior prioridade. Nem sempre o gerente de projeto saberá exatamente quando precisará do recurso até que as a ordem lógica das atividades e as estimativas de duração tenham sido definidas.

 

O que fazer?

- Determinar as necessidades de recursos específicos do projetos.

- Identificar recursos potenciais, dentro e fora de empresa.

- Determinar a disponibilidade dos recursos desejados.

- Considerar os impactos no tempo do projeto com a inclusão de recursos chave. Se adicionados muito cedo, aumentam os custos e se muito tarde podem não estar disponíveis para execução da tarefa.

 

- Datas impostas (Imposed Dates): Clientes, patrocinadores, stakeholders algumas vezes impõem datas que limitam o cronograma dos projetos. Estas imposições não necessariamente se resumem a data final do projeto, mas restrições como atividade A tem que ser feitas antes da B, a C tem que iniciar junto a D e assim por diante, podem limitar a flexibilidade e a velocidade do projeto.

 

O que fazer?

- Verificar com os clientes e stakeholders quais datas são realmente inflexíveis e tentar negociar nas datas que foram dadas só por conveniência, sempre explicando os impactos que terão no projeto.

 

Conclusão:

Os quatro fatores listados acima são limitantes no cronograma de um projeto. Informações precisas, com o uso de software para gerenciamento de cronogramas junto com comunicação extensiva fazem com que o gerente de projetos tenha um melhor entendimento de como exatamente cada limitações impacta no projeto e possa agir em cima delas usando os melhores métodos para cada tipo de projeto.

Escrito por Daniele às 02h57
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Alan Parisse – Breakfast session

 

Nomeado como Top 21 Palestrante do século 21.

Falou sobre formas de reformular os pensamentos, buscando as lições do passado, se organizando para o futuro e tomando ações.

 

Coisas como sair da zona de conforto, propor mudanças, mudar a rotina de trabalho e da vida pessoal para entender o outro lado e crescer com as diferenças. Porém, deve-se tomar cuidado com as decisões de mudança de rumo. Você pode ser o melhor em uma atividade e o pior em outra. Exemplo, Michael Jordan como jogador de basquete e depois como jogador de baseball.

 

O futuro faz o presente: previsão do futuro de uma empresa impacta no seu valor de mercado presente (ações).

 

A importância de uma atividade e o tempo para realizá-la varia conforme o ambiente e o quanto ela significa para a pessoa ou organização. Por exemplo, você pode estimar que uma atividade X levará 10 horas para ser executada, porém, se agora a vida de uma pessoa que você ama depende dessa mesma atividade, a estimativa pode ser diferente.

É o objetivo versus a importância.

 

Em relação à equipe:

 

Um grupo de pessoas participou de uma pesquisa, onde tinham que acertar a música que estava sendo tocada com um simples “noc noc” na mesa.

As pessoas foram divididas em dois grupos: um que conhecia previamente o conjunto de músicas que seriam tocadas e um que não conhecia.

Resultado: O grupo que sabia previamente o conjunto de músicas acertou 50% das músicas, enquanto que o grupo que não conhecia o conjunto de músicas acertou somente 2% das músicas.

 

Moral da história: “Mantenha a musica tocando na cabeça do time”.

 

A antecipação de problemas, riscos e a agilidade em definir uma atividade, são muito mais rápidos e intuitivos se todos estiverem 'respirando' o projeto.

 

Manter-se ágil e em constante mudança é fator fundamental para a evolução organizacional, profissional e pessoal.

Escrito por Daniele às 02h56
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- Michael Treacy (continuação)

 

Desempenho organizacional como um sistema complexo:

- O desempenho é construído em cima de um sistema complexo.

- Características de sistemas complexos:

-         Múltiplas variáveis: algumas não observadas e potencialmente não observáveis;

-         Interação complexa entre as variáveis – muitas desconhecidas e potencialmente não conhecíveis;

-         Congruência das variáveis (co-dependência) é crítica para o desempenho.

-         Sistemas constantemente se adaptam e evoluem

-         Inovação em sistemas complexos é um processo de mutação, seleção e adaptação.

 

O que não funciona:

- Avaliar o estado “as is”

- Definir o estado “to be”

- Gerenciar iniciativas de mudança

- Criar um novo estado

Não funciona porque estamos mexendo em poucas e superficiais variáveis de um sistema complexo, que muda suas condições conforme as mudanças acontecem. O aprendizado durante a implementação muda constantemente nosso entendimento sobre o estado final desejado.

Muitas vezes não vemos que algumas iniciativas trazem um grande benefício para o projeto, pois estamos preocupados em realizar o que foi planejado no tempo estipulado. “Não me perturbe com novas idéias, pois tenho uma batalha para lutar” Enquanto a nova idéia era uma arma de fogo e a batalha era lutada com espadas!

 

Processamento da Informação e Inovação

- Foco em três processos de inovação: investigação, apropriação e exploração

- Crie uma organização sem atritos para facilitar a aceitação e colaboração de novas idéias entre as áreas e níveis da empresa.

- Estabeleça um sistema de valores para separar inovações de devaneios.

- Faça das inovações melhorias em arquiteturas padrão para produtos e processos.

 

Disciplina do desempenho: evolução progressiva do sistema de gerenciamento

 

 

Os princípios da disciplina do desempenho são:

- portfólio de iniciativas que acelera a velocidade do aprendizado, inovação e estratégia de adaptação;

- requer mudanças em paralelo em um grande conjunto de variáveis a fim de criar uma melhoria efetiva e permanente no nosso desempenho;

- depende tanto de experimentação e descoberta quanto em planejamento e análise;

- atinge crescimento rápido pela composição de efeitos de pequenas iniciativas;

- encoraja um grande grupo de funcionários no desafio de identificar, avaliar e gerenciar iniciativas de melhorias no gerenciamento do desenvolvimento.

 

Conclusões:

- Em um mundo de mudanças constantes, somente a melhoria contínua é importante.

- Sabe-se muito pouco sobre como acelerar o aprendizado, a inovação e a adaptação.

- Gerenciamento de projetos é o componente central da disciplina do desempenho e é ao mesmo tempo desafiado pelo conceito de disciplina do desempenho.

Escrito por Daniele às 02h55
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- Michael Treacy

A apresentação do Michael Treacy foi "Perfomance Discipline and Project Management".

A apresentação visa mostrar estratégias de crescimento disciplinado e com alto desempenho. Um dos pontos é fazer com que o gerenciamento de projetos seja feito de forma automática e natural.

 

As chaves são:

- Forneça um valor agregado superior ao seu cliente, em tudo o que fizer.

- Foque em cinco, e somente cinco, fontes de crescimento de receita.

- Gerencie um portfólio de oportunidades de crescimento.

- Construa um gerenciamento de crescimento disciplinado.

 

Principais estratégias:

-         Retenção da base

-         Aumentar a fatia de mercado

-         Posicionamento de Mercado

-         Mercados adjacentes

-         Novas linhas de negócio

 

Construir um Gerenciamento de crescimento disciplinado:

- Aprendizado: Gerenciamento de talentos – recrutamento, retenção, desenvolvimento. Foco em onde você está indo e não em o que você foi.

- Inovação: Gerenciamento de valor agregado ao cliente – gerenciamento que nos permite identificar, criar, testar, refinar e entregar melhorias para o cliente de forma rápida e efetiva.

- Adaptação: Gerenciamento de desempenho – investimento consistente em melhorias de desempenho.

 

O que é disciplina?

Conhecimento:

-         um ramo de conhecimento;

-         um sistema de regras de conduta.

 

Comportamento:

-         Comportamento controlado;

-         Obedecer a regras ou aceitar ordens.

 

Melhorias:

-         Treinamento para melhorar o auto-controle;

-         Treinamento para produzir um comportamento específico.

 

Punição:

-         O ato de punir;

-         Punição para forçar obediência.

 

Todos os itens acima devem vir integrados com habilidades, regras, informação, tecnologia, compromisso, improvisação, incentivo, aprendizado, redesenho, adaptação.

 

Um novo entendimento sobre o que guia um desempenho de um negócio:

 

“A companhia tem um desempenho disciplinado quando os riscos de se obter o desempenho contra um objetivo particular foi largamente eliminado e sobrou somente o trabalho pesado.”

 

Exemplos de empresas e seus objetivos:

-         Dupont – segurança

-         Toyota – qualidade

-         FedEx – confiança

-         GE – produtividade

-         JCI – crescimento

-         BMW – inovação de produtos

 



Escrito por Daniele às 02h54
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General Session com Gregory Balestrero – CEO do Project Management Institute

 

Ele deu exemplos de grandes projetos que tiveram marca de sucesso e superação e que até os dias de hoje representam grandes empreendimentos ou grandes marcas:

- Highway que liga a Pensilvânia à Geórgia que levou 52 anos para ser construída.

- Projetos que envolvem evolução tecnológica que é a marca da BMW e a Boeing.

- Georgia Aquarium, o maior aquário do mundo que levou metade do tempo para ser construído, se comparado com um aquário da metade do tamanho. O maior desafio foi o transporte dos animais, entre ele a baleia branca (Beluga).

 

O sucesso desses projetos se deve mais às pessoas envolvidas do que os processos utilizados e que a cada dia mais as empresas tem que se preocupar com as pessoas. Com o passar do tempo os processos, o tempo e os custos passaram ser o foco, mas que agora os projetos tem que se voltar mais para as pessoas.

Escrito por Daniele às 02h47
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Minha primeira experiência no PMI World Congress 2007 foi na sessão para “first-time attendees”, uma orientação para os estavam participando pela primeira vez do congresso. Apresentaram os membros do PMI responsáveis pelo evento, e o professor da FGV Ricardo Vargas era um deles. Muito bom ver um brasileiro bem cotado no mundo do PMI. Entre outras coisas, disseram que havia cerca de 4000 participantes no evento de 2007.

 

Este é realmente um evento global. No crachá de identificação de cada um tinha a empresa em que trabalhava e o local de origem. Vi gente de tudo quanto é empresa e lugar: Boeing, Intel, Microsoft, Siemens, NASA, Motorola, Walt Disney Company, Nokia, Ford entre outras. Quanto a localização, encontrei e conheci algumas pessoas da Holanda, Hong Kong, Japão, Brasil, Alemanha, Peru, Chile, Dinamarca, Espanha, Austrália e com certeza, a maioria dos Estados Unidos. Alguns desses nem imaginavam que alguém do Brasil pudesse se deslocar de tão longe para participar do congresso.

 

Após a primeira orientação, fomos para o salão principal, onde foi realizada a abertura oficial do evento. Para animar o show, entrou o pessoal do Atlanta Drumline, uma espécie de Olodum americano, bem legal (http://www.theatlantadrumline.com/).

 

O CEO do PMI, Gregory Balestrero, fez um kickoff bastante interessante e dinâmico, levantando alguns assuntos que envolvem todas as organizações.

 

Em seguida, entrou Michael Treacy, que substitui de última hora Robert Cooper. Michael Treacy é autor do livro “Double-Digit Growth” e tem mais 25 anos de experiência ajudando companhias a alcançarem liderança de mercado.



Escrito por Daniele às 02h46
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Pessoal,

estou começando este blog inspirada no congresso que participei em outubro de 2007, o PMI World Congress, realizado em Atlanta, GA.

Meu objetivo é continuar pesquisando sobre novas práticas, métodos e ferramentas em gerenciamento de projetos e compartilhar experiências.

Começo hoje, blogando com atraso, algumas impressões e algumas palestras que assisti no congresso.

Obrigada!



Escrito por Daniele às 02h43
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